terça-feira, 18 de agosto de 2009
Alive
O problema é das expectativas.
Em relação à vida, em relação às experiências, em relação aos dias, enfim, em relação à sorte. Esperamos uma coisa e vem outra. E tempos depois, vem o que desejámos e já não o queremos.
Préga-nos, pois, partidas... o tempo.
Mas no fim são as mesmas pessoas, as que por nós vão cruzando. E num não-sei-como intermitente, vão ficando... ficando... e fazem-nos felizes com os mais pequenos gestos... Mesmo no meio de tanta inerente desilusão... O sorriso que causa...
Alive. Ontem. Hoje. E Amanhã.
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segunda-feira, 3 de agosto de 2009
As Palavras Que Sempre Te Direi___#4
"De uma forma ou de outra, elas comigo têm sempre prazer."
O Negativista, 2009
Crónicas de um Viajante... pela vida dos outros #2
...
"Característico de uma Perturbação da Personalidade, A. é uma pessoa que revela uma clara dificuldade em lidar com a frustração ou com determinados comportamentos e atitudes por parte de outros, sobre os quais, aliás, infere.
(...)
Estes padrões tendem a ser mantidos por auto-reforço, através de erros de processamento da informação, tais como abstracção selectiva (só repara em aspectos negativos), inferências arbitrárias sobre comportamentos de outras pessoas ou pensamento dicotómico a nível dos seus relacionamentos interpessoais. Apesar de este padrão de funcionamento interpessoal, caracterizado por uma interpretação muito própria da realidade relacionada com a sua necessidade de estar no centro das atenções, estar à partida presente desde cedo na sua vida, o despoletar das dificuldades dá-se numa altura em que A. é confrontada com questões que desconhecia e para as quais não oferece resolução imediata, como seria habitual.
(...)
Perante situações de frustração, A. tende, então, a responder de forma muito agressiva e desajustada, o que, ao acabar por afastar as pessoas de si, vem confirmar o esquema de que todos acabarão por a abandonar, por um mecanismo de reforço negativo. Assim, A. perpetua algum evitamento emocional, no sentido em que deixou de tentar desenvolver grandes relações de amizade, uma vez que antecipa a sua perda. Perante situações em que os outros não cumpram com as suas expectativas, A. reage ofensivamente, sentindo tudo o que vai contra o seu eu como um ataque, espelhando padrões rígidos de interpretação e percepção de si própria, dos outros e dos acontecimentos, de uma forma estável e egossintónica, funcionando as distorções cognitivas habitualmente presentes como mecanismo de reforço destes comportamentos disfuncionais."
..., 2009
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domingo, 2 de agosto de 2009
My Purple Van
A Van. A purple Van. It has a stove, oven included, and a dish washer aside. A one and a half person mattress and 4 small cupboars. You can take a little table off, just as you can do with part of the roof. And you have the mp3 - alright. Two bag beds and the rose beach towel. The peace and love and the The Doors's CD Or an old disco player from your mom.. The sea. The sand. The waves. Moonlight. Full. The stars... The ocean's teaste in your lips. And the candles. A red, a litle white one and a blue. Singing. "Solteiro" or together...
Right by side with your old black dog.
To remeber "Stoned: «com a mocan»",
zwei August zweitausendneun.
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As Palavras Que Sempre Te Direi___#3
"Xau adeus até manhã foi ah fartazana."
M. H.
august dois n d, 2009
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Crónicas de um Viajante... pela vida dos outros #1
...
"X. pode ser caracterizado como alguém que evidencia francas dificuldades em conseguir colocar-se no lugar do outro, estando claramente implícito nas suas afirmações o desejo de que todos pensem da mesma forma que ele, que transpareçam exactamente os mesmo valores e que actuem segundo aquilo que acredita achar que é a sua maneira de agir (“e você vai-me dar razão”; “que eu se vir que estou errado sou capaz de pedir desculpa”), nunca conseguindo perdoar quem o magoa "porque eu não esqueço, mesmo coisas que se passaram há 20 anos, eu não esqueço”.
(...)
A aparente existência de padrões familiares rígidos de relação e de expressão das emoções, mais fechados, de reduzida partilha e pouco funcionais, parece ter, efectivamente, dificultado o desenvolvimento de competências emocionais, de comunicação e de resolução de problemas mais adaptativas, que lhe permitissem a apreensão, durante a sua vivência, de capacidades de adequação das respostas emocionais.
(...)
De facto, X. é uma pessoa que, como ele próprio assume, «vive muito as coisas», revelando uma clara dificuldade em lidar com a frustração ou com comportamentos e atitudes por parte de outros que o magoam ou que, simplesmente, considera como errados.
É, pois, clara a perpetuação de padrões duradouros de interpretação de si próprio, dos outros e da realidade muitas vezes incongruentes e notavelmente invalidantes ao nível da construção dos seus relacionamentos interpessoais."
..., 2009
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Aviso
Dá-se aconselhamento tipo Maria via web.
Alguma coisa tenho que fazer...
Isso ou continuo na área do cattering.
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quarta-feira, 22 de julho de 2009
As Palavras Que Sempre Te Direi___#1
"Depois de arrotar pede-se «perdão», e não «com licença».
No máximo, pedes «com licença» antes. A seguir dizes «perdão»".
(H.P., 2008)
As Palavras Que Sempre Te Direi___#0
Alguém me pediu para apontar as coisas que axpexôas dixem.
Efectivamente, concordo.
Baby come back...
E se um dia eu pudesse voar pelas montanhas e sonhar....
Se um dia eu quisesse ser realmente diferente dos outros já me tinha posto daqui para fora.
Toda a gente ("critica o telemóvel do vizinho"), dizia eu, toda a gente diz que escreve e a era electrónica torna o blog uma quase obrigação. Lembro-me pois, de em tempos, ter criado um, que rapidamente por ali se ficou... Vamos, então, continuá-lo, dada a mudança que brevemente se adjudica, já que "ventilar é, por si só, estruturante".
E se ninguém o lê?
«Leio eu.»
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